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Paper Details

Otimização no manejo do sangramento no peri-operatório por meio de hemoderivados

Karen Ascendino Rosa, Alice da Cunha Morales Álvares

Journal Title:Revista de Iniciação Científica e Extensão
Abstract


O manejo do sangramento em cirurgias eletivas pode ser realizado por meio de transfusão de sangue e administração de hemoderivados. Uma transfusão de sangue, de forma não criteriosa, pode expor ou receber pacientes com sérias complicações, como a aquisição de doenças transmissíveis, a transfusão de sangue aumenta no custo do tratamento. A utilização da transfusão sanguínea deve ser racional e deve levar em consideração o custo-benefício dos hemoderivados. O farmacêutico pode contribuir nesse cenário uma vez que apresenta competência, na assistência farmacêutica de medicamentos da mais alta tecnologia como os hemoderivados. Dessa forma, o objetivo desse trabalho foi apresentado dados que incluem uma viabilidade da administração de hemoderivados para saúde de pacientes sem manejo de sangramento e enfatizar a contribuição da assistência farmacêutica frente à assistência farmacêutica. Para isso, uma pesquisa bibliográfica exploratória sistematizada, utilizando cinquenta artigos científicos sobre o assunto, foi realizada a partir da literatura disponível nos sites Scielo, BIREME, PubMed, LILACS e os dados causados ​​por relatos entre os anos de 1995 a 2016. 50 artigos analisados, todos ressaltam os riscos de fazer transfusão sanguínea no perioperatório e todos ressaltam as melhorias nos pacientes que sofreram com a utilização de hemoderivados. Esse levantamento permitiu registrar quantitativamente os pacientes submetidos a hemocomponentes que foram prejudicados e permanentes durante o tratamento intensivo. Pacientes que receberam tratamento com hemoderivados não apresentaram nenhuma complicação cirúrgica e receberam alta antes do tempo estipulado. Por meio da graduação, o farmacêutico adquire uma competência de assistência farmacêutica e desenvolvimento de habilidades voltadas à conscientização, proteção e promoção da saúde. Nesse instante, ele é responsável pela aquisição de medicamentos em saúde como hospital, local que trata ou apresenta estudo por envolver manejo de sangramento em procedimentos cirúrgicos. O diagnóstico do inibidor perioperatório de pacientes também cabe ao farmacêutico por meio da ficha individual e ao monitoramento do trânsito de medicamentos. Tendo em vista uma ciência sobre os benefícios dos hemoderivados, o farmacêutico recebe dados de dados para atuar em uma equipe multiprofissional e expor um debate que otimiza a saúde do paciente.

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