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Paper Details

Cuidados farmacêuticos na assistência ao paciente portador de esclerose múltipla

Jorge Luiz Pereira de Oliveira, Jocicleide Costa Silva, Anne Maryelle Florêncio Silva, Mayara Pereira da Costa, José de Souza Soares

Journal Title:Revista de Iniciação Científica e Extensão
Abstract


Esclerose Múltipla (EM) é um processo patológico neurodegenerativo progressivo, caracterizada como  Doença  da  Autoimunidade  (DAI),  a  hipótese  patogênica  mais  aceita  é  que  a  EM  seja  a combinação  de  predisposição  genética  e  um  fator  ambiental  desconhecido.  A  evolução  é caracterizada  por  episódiosrecorrentes  de  desmielinização  inflamatória  e  destruição  acelerada de tecido do sistema nervoso central. Sua maior incidência é na população acima dos 50 anos. Devido  a  auto  incidência  e  a  necessidade  de  uso  de  medicamentos  continuados,  é  de  releva importância,  os  cuidados  farmacêuticos  a  esses  pacientes.  Descrever  sobre  a  atuação  e assistência  farmacêutica  ao  paciente  portador  de  EM.  Este  trabalho  foi  elaborado  a  partir  de pesquisas  bibliograficas,    realizadas  em    artigos  científicos,  publicados  nos  súltimos  5  anos, obtidos  nos  sites  e  bases  de  dados,  Birime,  PubMed  e  Scielo.  A  EM  faz  parte  de  um  grupo  de agravos  conhecidos  como  DAI.  É  uma  doença  neurológica,  inflamatória  crônica,  caracterizada por  episódios  recorrentes  de  disfunção  neurológica  com  remissão  variável,  ou  seja,  apresenta evolução  usualmente  não  linear,  com  piora  dos  sintomas  e  acúmulo.  de  incapacidades, intercalados  por  períodos  variáveis  de  melhora.  A  assistência  farmacêutica  vem  no  intuido  de atuar  juntos  as  equipes  multidisciplinar  no  acompanhamento  de  todos  os  tratamentos  no  curso da doença. Além de tratar a causa (autoimunidade e degeneração), as consequências também devem  ser  observadas  e  tratadas  (depressão,  ansiedade,  fadiga,  tremor,  paresias,  perdas cognitivas,  entre  outras  complicações  clínicas).  Muitos  dos  aspectos  de  EM  ainda  não  foram avaliados por ensaios clínicos. Existe poucos estudos voltados exclusivamente para a asistência farmacêutica  aos  pacientes  portadores  de  DMTs,  e  poucos  ensaios  sobre  as  estrategias terapêuticas, portanto, faz necessário ampliar os estudos direcionados a esses processos.

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