• We are available for your help 24/7
  • Email: info@isindexing.com, submission@isindexing.com


Paper Details

A importância da atenção farmacêutica e farmácia clínica no uso racional de medicamentos fitoterápicos

Brayon Wevely Alves de Souza, Diego Brenner Prado Barbosa, Jacqueline Gomes Nunes Rosa, Anna Maly de Leão e Neves Eduardo

Journal Title:Revista de Iniciação Científica e Extensão
Abstract


A utilização  de  plantas  para  fins  medicinais  vem  desde  a  antiguidade,  e  graças  à  cultura  dos antepassados, hoje em dia temos uma ótima fonte de informações que se associados a estudos mais  profundos  resultam  na  descoberta  e  elaboração  de  novos  fármacos  a  partir  das  plantas. Além de ser uma das formas mais antigas de tratar e prevenir doenças, sua utilização prejudica menos  a  saúde  com  relação  aos  medicamentos  alopáticos.  São  utilizadas  matériasprimas vegetais partes do caule, raízes e folhas que ao passar por um processo industrial, e após testes rigorosos   passam   a   fazer   parte   dos   medicamentos   fitoterápicos.   Os   fitoterápicos   são medicamentos  de  venda  livre,  desta  forma  estão  diretamente  ligadas  à  automedicação  e  a orientação do farmacêutico. É crescente o interesse pelo uso de fitoterápicos e produtos naturais como  recursos  terapêuticos  e  a  procura  por  drogas  vegetais  está  relacionada  a  vários  fatores, entre  eles  a  decepção  no  tratamento  com  a  medicina  convencional,  efeitos  indesejados, impossibilidade  de  cura,  entre  outros.  O  objetivo  principal  da  pesquisa  está  em  alertar  sobre  o uso   indiscriminado   de   medicamentos   fitoterápicos   e   ressaltar   a   importância   da   atenção farmacêutica  junto  ao  paciente.  Antes  de  tudo,  se  faz  necessário  compreender  que  existem diferenças  entre  plantas  medicinais  e  fitoterápicos.  Segundo  a  ANVISA,  plantas  medicinais  são de uso e conhecimento popular, utilizando de sua forma in natura de qualquer parte do vegetal; sendo  muito  comum  observar  o  emprego  destas  em  formas  de  chás,  infusões  e  xaropes caseiros.  Quando  a  planta  medicinal  passa  pelo  processo  de  industrialização,  têm-se  como resultado    o    fitoterápico. Todo    medicamento    fitoterápico    industrializado    tem    que    ser regulamentado  pela  ANVISA,  para  que  então  possa  ser  comercializado.  A  falsa ideia  de naturalidade que os fitoterápicos causam, abre brecha para que muitos usuários acreditarem que não   seja   necessário   informar   aos   prescritores   a   utilização   de   fitoterápicos,   como   das preparações  caseiras  a  base  de  plantas  medicinais,  como  chás  e  infusões.  O  profissional farmacêutico  é  a  principal  fonte  de  informação  para  o  usuário  que  se  automedica,  pois  ele esclarecerá sobre as possíveis reações adversas dos fitoterápicos, além de poder prescrevê-los. Conclui-se então, que informações sobre os riscos do uso indiscriminado de fitoterápicos devem ser  passadas  para  a  população,  e  que  a  presença  do  farmacêutico  prestando  atenção farmacêutica,   orientando   e   acompanhando   a   utilização   desta   classe   de   fármacos   será fundamental para uma utilização segura, efetiva e eficaz, prevenindo e evitando a ocorrência de possíveis intoxicações

Download